há dias que me sinto assim: despida, desprotegida do mundo, sem capa protectora e sem atmosfera carregada de oxigénio. é como se toda a população me conseguisse fazer claustrofóbica e eu perde-se o norte da bússola. a minha garganta forma um nó que não me deixa respirar, engolir, falar ou gritar, a minha garganta atraiçoa-me na hora em que preciso de pedir ajuda e os meus olhos soltam-se em lágrimas que se dissipam pelo rosto.
"já não há tempo para ser pessimista".
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