quarta-feira, 26 de maio de 2010

TAXI!

o dia diz que é véspera de teste, que deveria estar colada a papéis e cadernos de linhas pautadas, mas ao invés disso... bate-me a saudade no peito. o amor é traiçoeiro e é muito mais do que separar barreiras ou quebrar o tempo. é sentir o amor a sair do peito com a dor incontrolável de saber que ainda não chegou o dia, a hora, os segundos e que os quilómetros que se seguem iram tornar-se maçadores, irritantes e penetrantes até ao cérebro. não me lembro da última vez que me dediquei a escrever-te, ultimamente ando demasiado desleixada, quero apenas quebrar aquilo que nos separa e viver-te intensamente.
será egoísmo ou amor incontrolável?
estou a começar a achar que isto de me deliciar contigo à distância não é assim tão divertido como costumava ser... e dou por mim horas e horas a fio a cansar-me com saudades de te tocar. quero sentir-te, penetrar-te os olhos, ver-te nu, cheirar-te a pele e perder horas contigo, não comigo. existe muito mais alento quando te respiro a ti, muito mais energia no ar quando andas e surpreendentemente muito mais alegria quando chegas.
já está na hora de voltares certo? estou prestes a chamar um táxi.

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sem meio termo definido e de asas abertas.